GOVERNANÇA: ORIENTAÇÃO!

Reconhecidas instituições e fartas literaturas têm contribuído com a governança dos diversos tipos de organização. Em geral, é descrita como o conjunto de mecanismos que define ‘o que’ fazer e ‘para quem’, com a função de ‘direcionar’ e ‘controlar’, atuando com foco em estratégias, conformidade e prestação de contas.

Nos últimos 20 anos, vem sendo impactada por diferentes crises e requisitos legais e de mercado:

· Início dos anos 2000 – A resposta a fraudes contábeis (Enron/WorldCom) e crises financeiras, destacou o foco em auditoria e conformidade (Lei Sarbanes-Oxley e Lei Anticorrupção no Brasil), e a necessidade de Transparência e Integridade.

· Por volta de 2015 – Diversidade e inclusão ganham força com adição de metas de equidade, e investidores impulsionando a formação de conselhos mais diversos.

· A partir de 2017 – A ascensão do ESG, com a carta de Larry Fink (BlackRock) como marco em 2018, levou a sustentabilidade do “Marketing” e “RH”, para “Compliance”.

· Desde 2018 – Impulsionada pela entrada em vigor da GDPR (2018) e da LGPD (2020), cresce a relevância da governança de dados além da explosão da IA Generativa em 2022.

· A partir de 2020, estimulada diretamente pela Pandemia, muda o foco da “eficiência máxima” para “capacidade de adaptação”, ou seja, para mais agilidade e resiliência.

Mas já há algum tempo também, as mudanças não têm fronteiras tão específicas assim, embora sigam sendo apresentadas isoladas com soluções lineares. As transformações convergem – a digital, a demográfica, a de desenvolvimento, e pedem pensamento sistêmico e projetos, negócios e organizações como organismos vivos.

Mais que corrigir rotas, com certa reatividade, e realizar análises com base em recurso, risco e retorno, é chave uma Governança que atue pelo desenvolvimento de ambientes mais responsáveis, resilientes e regenerativos. Que, guardiã do propósito compartilhado, expanda o foco no ‘o que’, à orientação: ‘o porquê’. E que tenha olhar ao posicionamento estratégico, além da conformidade, valorizando o engajamento e o conhecimento como legado.

Propósito compartilhado, Pensamento sistêmico e Perspectiva estratégica orientam o Desenvolvimento com Significado da HAGARI. O Modelo HALOM.HAGARI guia a elaboração de estratégias em três camadas integradas e simultâneas de desenvolvimento: pessoas, seus papeis e interações; as atividades, e conquista dos objetivos e metas; e a sistematização e disseminação do conhecimento, construindo e valorizando o legado.

Aguardo seu contato! Vamos fortalecer o posicionamento estratégico na atuação da governança.

Hânia Ribeiro

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