Seguindo na série “Semeando valor”, insistentes questões acompanham reflexões sobre o desenvolvimento.
É possível crescer traçando um caminho próprio e genuíno, consistente, viável e próspero?
Para isso, seria preciso ‘reinventar a roda’, ou ‘investir em novas rodas prontas’, de tempos em tempos?
A depender do olhar, a resposta para a primeira questão pode estar nas possibilidades apresentadas na segunda. Ou não?!
Quando o design para o desenvolvimento – plano, projeto, ou processo -, leva em conta mais do que apenas motivações externas, e movimentos já executados, certamente a resposta não está presente na segunda.
Não é de hoje que lemos diversos autores destacarem a importância de olhar para organizações e comunidades como organismos vivos. Quantos lideres já não leram a respeito? Quantos já viveram?
O maior desafio, talvez, não é comparar e optar entre paradigmas de liderança já identificados: Behaviorista – organizações de alto desempenho, departamentalizadas como uma máquina; Humanista – organizações que entendem o auto-desenvolvimento e a autonomia como caminho para obter maior colaboração para o crescimento do negócio; Desenvolvimentista – organização como ser vivo, que nasce com uma essência única e um potencial distinto, que anseia contribuir para algo maior do que si mesmo, e manifestar esse potencial requer um desenvolvimento deliberado de capacidades.
É certo que esses padrões convivem nas organizações e negócios, tanto quanto é certo que definem a cultura – a força da identidade, e a capacidade de impacto e inovação.
Compor e nutrir uma cultura própria e genuína, sem dúvida, parte da essência, o propósito que orienta o desenvolvimento contínuo, integral e ativo.
É equivocado pensar que soluções prontas apresentam relevância em si. Seja no âmbito estratégico, tático ou operacional, é de suma importância reconhecer o potencial existente, tanto para a identificação das capacidades necessárias, como na promoção do desenvolvimento consistente das pessoas, ambientes, e práticas para a mudança efetiva que gera valor.
Propósito compartilhado, Pensamento sistêmico e Perspectiva estratégica orientam o Desenvolvimento com Significado da HAGARI, transformando execução em experiências, êxito em realização a todos os envolvidos. O Modelo HALOM.HAGARI guia a elaboração de estratégias em três camadas integradas e simultâneas: pessoas, seus papeis e interações; as atividades e conquista dos objetivos e metas; e a sistematização e disseminação do conhecimento, como legado.
Aguardo seu contato! Vamos juntos realizar o desenvolvimento que gera valor!
Hânia Ribeiro
👉 Visite nosso canal Youtube: HAGARICAST.