Após breve pausa, voltamos às reflexões da série: “Semeando valor”. Esta é a 4a desta série, que se soma às vinte e quatro da série “Cultivando novos olhares”, todas publicadas aqui.
A semente já contém a árvore!
No que esta afirmação corresponde ao desenvolvimento de pessoas, comunidades e organizações? Nesse sentido, que reflexão ela alimenta?
Certamente, temos uma compreensão própria, a partir de nossa trajetória, experiências, e até mesmo do momento que vivemos. Mas, ao olhar a semente, é possível entender que ela não é menos do que o broto ou a árvore, nem guarda uma expectativa de vir a ser um deles. Em sua razão de ser, é a árvore na essência do seu desenvolvimento, trazendo toda a potência da transformação em si, e a capacidade de servir ao ecossistema.
Como aceitar a ideia de que projetos ou negócios sejam desenvolvidos a paritr de uma expectativa apenas? Como negar o propósito como força de transformação?
Cada vez mais, ignorar a essência dos organismos vivos é perder relevância, e reduzir a capacidade de se relacionarem e de gerar valor. Como estão em constante interação e mudança, é perder valor.
Muitas vezes, iniciar, adaptar, aprimorar ou ampliar iniciativas decorre de fatores e externos e de uma expectativa de construção por certos resultados. O desenvolvimento é relegado a mera execução de etapas e as pessoas tornam-se recursos. Sem um posicionamento estratégico claro e engajador orientado ao propósito, a identidade clara e a capacidade de impacto e inovação, são esquecidas.
As organizações exponenciais já entenderam isso! E elas integram boa parte das nossas relações, mudando a lógica de valor.
Essencialmente, isso me lembra, Daniel Christian Wahl, autor de Design de Culturas Regenerativas, que defende que a regeneração não é apenas uma escolha técnica, mas um processo intrínseco à vida, que cada organismo (ou pessoa) possui um potencial que emerge de suas características únicas, e regenerar é expressar esse potencial único a serviço da comunidade e do planeta. Nesse processo, servir a si mesmo.
Propósito compartilhado, Pensamento sistêmico e Perspectiva estratégica orientam o Desenvolvimento com Significado da HAGARI. O Modelo HALOM.HAGARI guia a elaboração de estratégias em três camadas integradas e de desenvolvimento simultâneo: pessoas, seus papeis e interações; as atividades, e conquista dos objetivos e metas; e a sistematização e disseminação do conhecimento, construindo e valorizando o legado.
Aguardo seu contato! Vamos fortalecer o posicionamento estratégico de seu projeto, negócio ou organização com identidade clara e expansão da capacidade de impacto e inovação.
Hânia Ribeiro
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